Ministro de Bolsonaro mostra otimismo em ampliação do metrô de BH

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O governo federal já sabe como pode financiar a construção da linha 2 do metrô de Belo Horizonte. Segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o desejo é utilizar recursos que a Vale acordou pagar, à União, por conta do abandono de ferrovias. O repasse da mineradora, oficializado no ano passado, gira em torno de R$ 1,2 bilhão.

Nesta segunda-feira, Tarcísio esteve em Minas Gerais para inaugurar trecho duplicado da BR-381, em Nova União, na Região Metropolitana de BH. Pleito antigo dos cidadãos belo-horizontinos, a expansão do metrô seria feita por meio de itinerário entre o Barreiro e o Calafate, na região Oeste da cidade.

A multa à mineradora foi aplicada por conta da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), administrada pela empresa. A ideia é transferir a verba bilionária ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Assim, seria possível costurar a parceria com o setor privado para as obras.

Integrantes da bancada mineira no Congresso Nacional em Brasília são entusiastas da ideia. Segundo o senador Carlos Viana (PSD), falta apenas a autorização do ministro da Economia, Paulo Guedes, para que a Advocacia-Geral da União (AGU) và à Justiça em prol da transferência das multas — que estão sendo destinadas ao caixa único do Tesouro Nacional — à conta do BNDES.

“Vamos estruturar uma concessão e os recursos do FCA irão para o BNDES, que fará a estruturação da parceria público-privada. A gente já terá a contrapartida para a PPP na conta do BNDES”, explicou Gomes de Freitas.

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