PARADOXO ANTIFASCISTA

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Chamou atenção, esta semana, a ação de um grupo denominado “Antifa”, sigla que significa “antifascista”, os quais se declararam “defensores da democracia”. A verdade é que não passam de uma organização criminosa, repleta de vândalos destilando ódio e violência contra qualquer que destoe de suas ideologias e que buscam reaver o poder político-financeiro perdido após as últimas eleições gerais.

De forma orquestrada e previsível, o grupo criminoso representa implicitamente o lado negro do “pacto pela democracia”, concretizando nas ruas as narrativas incentivadas pelos autores “intelectuais” que desejam subverter a ordem em nome de interesses escusos e sob fundamento de estarem protegendo a democracia. As ações foram promovidas por torcidas organizadas e apoiadas por todo tipo de ideológico esquerdista, desde políticos decadentes, artistas que só foram talentosos enquanto incentivados pela Lei Rouanet, instituições (ONG’s e movimentos sociais) que eram sustentadas com dinheiro público e até a grande imprensa, desesperada diante da perda de credibilidade devido ao protagonismo das redes sociais e também carente das verbas de propaganda estatal. Assim, a enfatizada democracia para esta turma se resume em: queremos dinheiro público!

Os benfeitores e defensores da democracia, em seus imaginários, lutam contra a implementação de suposto regime fascista adotado pelo atual governo federal. Historicamente, os ideais deste tipo regime totalitário são restrições aos direitos naturais e as limitações das liberdades individuais.

Não é preciso retroagir muito para reavivar as ações dos últimos governos “democráticos” que passaram pela presidência do Brasil, tais como: regulamentação da mídia, intervencionismo econômico, impostos progressivos, sindicalismo, protecionismo, desarmamento civil e influência das massas com discurso populista. De certo, todas estas medidas não são verificadas na atual gestão. Então que democracia está sendo destruída? Nenhuma! Há apenas um jogo de poder, por razões político-financeiras, que usam aquela velha estratégia de acusar o adversário daquilo que eles fazem, ou melhor, fizeram nos últimos 30 anos. Reproduzem com exatidão a transferência de responsabilidade tão comum aos regimes totalitários.

A velha retórica de combate ao fascismo e proteção à democracia, moldada a uma linguagem do politicamente correto, deixa evidente que sua bandeira não é verde e amarela, mas que sua luta é pela manutenção político-cultural de uma “esquerda moderada” que atua com prudência e sofisticação contra um governo que bate de frente ao sistema que sempre alimentou este tipo de movimento.

Assim, resta questionar: como ser antifascista e ao mesmo tempo agir como fascista? Os manifestantes agem com violência, intolerância e depredam o patrimônio público e privado. Verdadeiros arruaceiros e antidemocráticos, que não aceitam a ideia de liberdade, muito menos conseguem conviver com opiniões contrárias, principalmente quando fecham a porta do cofre.

O fato é que não se trata de luta pela democracia, mas sim uma estratégia político-financeira, que usa de todo o aparato para confundir, caluniar e desacreditar o atual governo, tendo como guia o antigo ensinamento lenistas: “Acuse seus adversários do que você faz, e chame-os do que você é.”

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